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implement

/octopus:implement conduz o workflow de implementação explicitamente pra uma única tarefa que o usuário descreve inline — o mesmo protocolo de cinco práticas que o agente aplica automaticamente em toda tarefa de edição de código.

O que resolve

Codar sem um processo tende a produzir macro-commits que misturam mudanças não relacionadas, testes escritos depois (ou nunca), e declarações de “funciona” sem evidência de verificação. Nada disso é óbvio enquanto acontece — é só o caminho de menor resistência.

O implement torna o caminho disciplinado o padrão: planejar antes de tocar arquivos, escrever o teste que falha primeiro, verificar antes de declarar pronto, limpar o código antes de commitar, e manter os commits atômicos. O comando é útil quando você quer controle explícito fase a fase sobre uma tarefa específica em vez de deixar a skill engajar implicitamente.

Como resolve

A skill aplica cinco práticas em ordem:

  1. Loop TDD — pra qualquer mudança com comportamento observável: escrever um teste que falha primeiro, confirmar o modo de falha, depois escrever a implementação mínima que faz o teste passar. Refatorar enquanto os testes ficam verdes. Pular TDD apenas pra mudanças sem comportamento testável (renames, ajustes de config, edições de doc) — mas ainda dividir essas em commits lógicos.

  2. Gate plan-before-code — pra tarefas que tocam mais de dois arquivos, introduzem um novo conceito ou têm mais de uma abordagem viável: apresentar um plano curto (arquivos que mudam, abordagem, trade-offs, acceptance check) e aguardar aprovação antes de editar código. Pra trabalho maior, escalar pra /octopus:doc-spec.

  3. Verification-before-completion — antes de declarar qualquer trabalho pronto, rodar o comando de verificação relevante e incluir o output na resposta: suite de testes, typecheck, formatter, git log -n 1. “Deveria funcionar” sem evidência é uma violação do protocolo.

  4. Simplify pass — após o último teste verde e antes de commitar, reler o código alterado em busca de duplicação, código morto, abstrações prematuras, nomes obscuros e comentários explicativos que deveriam ser mensagens de commit.

  5. Commit cadence — um commit por etapa lógica, não um macro-commit no final. TDD produz dois a três commits por comportamento. Cada commit passa pelos pre-commit hooks; --no-verify nunca é aceitável.

Uso & parâmetros

/octopus:implement <task description>
/octopus:implement --plan PATH
/octopus:implement --plan PATH --resume-from TaskN
  • <task description> — descrição em linguagem natural da tarefa a implementar. A skill roda em modo single-task.
  • --plan PATH — entrar em walker mode. O comando parseia o arquivo de plano em PATH (fallback: docs/plans/<PATH>.md), percorre seus blocos ## Task N de cima pra baixo e pausa pra revisão após cada tarefa completar. Após cada tarefa um resumo é exibido — nome da tarefa, arquivos alterados, testes passando, próxima tarefa — com um prompt de continuar / parar / refazer.
  • --resume-from TaskN — usado com --plan PATH. Pula tarefas já completas e começa a partir da tarefa nomeada.

O walker nunca faz push, nunca abre PRs e nunca cria branches. Commits por tarefa acumulam no branch atual; o usuário abre o PR via /octopus:pr-open depois que o walker termina.

Relação com a skill

A skill implement está ativa por padrão em toda tarefa de edição de código. Este comando a conduz explicitamente pra uma única tarefa descrita inline, ou executa o walker sobre um arquivo de plano pra execução multi-tarefa.

Pairing

  • /octopus:debug — quando a tarefa começa a partir de um bug report ou teste que falha em vez de uma feature request.
  • /octopus:codereview — rodar após a implementação e antes de abrir o PR, especialmente pra mudanças de billing, tenant ou cross-stack.
  • /octopus:pr-open — abrir o PR quando a implementação estiver completa.

Fonte: commands/implement.md

Source: commands/implement.md